Publicado no site do Guardian na última terça-feira, este artigo foi escrito pelo autor chinês Ma Jian a propósito de sua visita à Praça Tiananmen (a Praça da Paz Celestial), em data próxima ao aniversário de 20 anos do massacre perpetrado pelo governo chinês sobre os estudantes que protestavam no local por liberdade de expressão.
Na FLIP, o autor dividirá a mesa com a jornalista Xinran, na qual os dois discutirão, a partir de experiências e trajetórias literárias diferentes, suas perspectivas quanto ao futuro da China, num momento em que o país ocupa papel de destaque entre as lideranças mundiais, mas segue ignorando as convenções internacionais que versam sobre os direitos civis. Exilado em Londres há anos, Ma Jian recupera, no artigo, alguns fatos representativos do esforço progressivo do governo da China para apagar da memória da população as atrocidades cometidas por ele. Processo perpetuado, segundo Ma Jian, graças à conivência da população, que, num misto de medo e comodismo, abre mão da liberdade intelectual e política em troca de conforto material.
Ana Carolina Arantes
Equipe FLIP
Na FLIP, o autor dividirá a mesa com a jornalista Xinran, na qual os dois discutirão, a partir de experiências e trajetórias literárias diferentes, suas perspectivas quanto ao futuro da China, num momento em que o país ocupa papel de destaque entre as lideranças mundiais, mas segue ignorando as convenções internacionais que versam sobre os direitos civis. Exilado em Londres há anos, Ma Jian recupera, no artigo, alguns fatos representativos do esforço progressivo do governo da China para apagar da memória da população as atrocidades cometidas por ele. Processo perpetuado, segundo Ma Jian, graças à conivência da população, que, num misto de medo e comodismo, abre mão da liberdade intelectual e política em troca de conforto material.
Ana Carolina Arantes
Equipe FLIP



junho 15, 2009 às 10:38 pm |
Não sei… Discordo um pouco do comentário do jornalista Ma Jian, o povo
chinês pode abrir mão da liberdade política e intelectual, mas não é em troca de conforto material, que é sabido, eles não o têm.
O que mais dificulta na minha opinião é a dificuldade de estabecer contatos diretos entre os interessados num país populoso como a China.
Onde estariam essas pessoas, esses grupos? Como identificá-los? Não é tarefa fácil, nem barata, para um povo que trabalha quase a troco de alimento e apartamentos minúsculos.