Três poetas brasileiros contemporâneos homenagearam Manuel Bandeira e leram composições próprias na manhã de sexta-feira. Na mesa “Evocação de um poeta”, Angélica Freitas, Heitor Ferraz e Eucanaã Ferraz comentaram a falsa oposição entre inspiração e trabalho na construção dos poemas, falaram sobre a relação entre poesia e música e contaram como Bandeira os influenciou.
Do poeta pernambucano, Angélica Freitas escolhe “Porquinho-da-Índia” e “Namorados”, ambos de Libertinagem, para sua leitura bandeiriana e destacou que a poesia, para ela, é uma forma de “emoção interior” que se manifesta fisicamente. Heitor Ferraz leu “O martelo”, “Consoada” e “Maçã”, escolhidos por terem relação com a obra dele próprio. Heitor disse ter aprendido com Bandeira a ouvir a melodia da língua e com Francisco Alvim a “ideologia cristalizada” na fala brasileira.
Eucanaã leu “Evocação do Recife”, onde disse haver toda a poética de Bandeira e “Satélite”. O autor destacou sua relação com a música popular, especialmente com Chico Buarque, Caetano Veloso e Vinicius de Moraes, e com a cantora Maysa. Veja um trecho da mesa abaixo.
Do poeta pernambucano, Angélica Freitas escolhe “Porquinho-da-Índia” e “Namorados”, ambos de Libertinagem, para sua leitura bandeiriana e destacou que a poesia, para ela, é uma forma de “emoção interior” que se manifesta fisicamente. Heitor Ferraz leu “O martelo”, “Consoada” e “Maçã”, escolhidos por terem relação com a obra dele próprio. Heitor disse ter aprendido com Bandeira a ouvir a melodia da língua e com Francisco Alvim a “ideologia cristalizada” na fala brasileira.
Eucanaã leu “Evocação do Recife”, onde disse haver toda a poética de Bandeira e “Satélite”. O autor destacou sua relação com a música popular, especialmente com Chico Buarque, Caetano Veloso e Vinicius de Moraes, e com a cantora Maysa. Veja um trecho da mesa abaixo.
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