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Martin Amis
A ligação de Martin Amis com a literatura veio no código genético. Filho do premiado romancista inglês Sir Kingsley Amis, nasceu em Oxford, onde o pai estudava, em 1949. Martin despontou para a literatura com apenas 24 anos, ao lançar The Rachel Papers (1973). Na época, trabalhava como editor assistente no suplemento literário do jornal londrino The Times. A estréia não poderia ser melhor: o livro conquistou um Prêmio Somerset Maugham em 1974, abrindo caminho para Dead Babies, lançado no ano seguinte. Profundamente influenciado pela ficção norte-americana, Amis é considerado um dos mais influentes e inovadores romancistas da ficção britânica contemporânea, autor também de coletâneas de contos e de livros de não ficção. Em 1984, lançou Grana – O bilhete de um suicida, considerado uma das mais corrosivas críticas à ganância e ao egoísmo da Era Thatcher. Igualmente cáustico é A Informação, seu último trabalho lançado no Brasil e que narra a rivalidade entre dois escritores, recheada de movimentos nada éticos. Seu mais recente romance, Yellow Dog, foi lançado em setembro de 2003 na Inglaterra.
Martin Amis é casado com a também escritora Isabel Fonseca.
Principais obras
The Rachel Papers (Cape,UK)
Dead Babies (Cape, UK)
Grana – O bilhete de um suicida (Rocco)
The Moronic Inferno e Other Visits to America (Cape, UK)
Campos de Londres (Rocco)
A Seta do Tempo (Rocco)
A Informação (Companhia das Letras)
Trem Noturno (Companhia das Letras)
Água Pesada e Outros Contos (Companhia das Letras)
Experience (Cape, UK)
Koba the Dread: Laughter and the Twenty Million (Cape, UK)
Yellow Dog (Cape, UK)
10/02/2004
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